Dec 15

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O iPhone 4S começará a ser vendido no Brasil nesta sexta-feira, 16 de dezembro. Mas eu resolvi dizer minhas razões para não esperar pelo mítico iPhone 5.

Depois de apresentar o iPhone 4S durante o evento de 4 de outubro de 2011 a galera “caiu matando” a Apple, principalmente porque a expectativa sobre o lançamento de um revolucionário iPhone 5 era incontestável.

Eu acompanhei vários blogs pela Internet que transmitiam ao vivo diretamente de Cupertino e a decepção e o descontentamento iniciais eram tão reais que daria até para “cortar com uma faca”. Chegou-se a dizer que o Siri provavelmente não seria lançado junto com o iPhone 4S porque foi apresentado um demo e não a “coisa em si”. Em resumo, todos achavam que deveriam esperar pelo iPhone 5 e não comprar um meio-de-caminho.

Mas como só um iFreak conhece o sentimento, seguem as minhas primeiras impressões sobre o “baguio”. Quem quiser ir junto, vai por conta e risco.

1) Bateria

Bom, o que dizer da bateria do iPhone 4S? Diz a Apple que o iPhone 4S pode ficar até 200 horas em standby. Mas, sinceramente, eu digo que ainda não consegui ficar com nenhum iPhone mais do que 72. A não ser, é claro, desligando tudo que acesse Internet, Location Services e Notifications. Mas aí não será mais um “smartphone”…

2) Desempenho

Com o mesmo processador do iPad 2 (dual-core A5) o iPhone 4S é bem mais rápido que o iPhone 4. Esta é uma característica que provavelmente será mais apreciada em aplicativos que usem mais recursos como jogos e gráficos. E realmente é muito mais rápido.

3) Câmera

Com câmera interna de 8MP o iPhone 4S pode tirar fotos bem melhores. E quem conhece a câmera de um iPhone sabe que isso faz uma tremenda diferença. A câmera pode ainda capturar vídeo em full HD.

4) Reconhecimento de voz

É possível inserir textos simplesmente falando ao telefone ao invés de teclar. Toque no ícone do microfone, fale, tecle “Done” e o iPhone converte as palavras em texto, o que convenhamos é um tremendo “poupa tempo”, principalmente para que escreve muito em inglês. E sinceramente, é sensacional!

5) Siri

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É estonteante: na verdade é este “assistente pessoal” que me faria carregar o iPhone 4S da loja. Ele atende a comandos em inglês (sobre os outros idiomas eu não sei) e interage em linguagem natural.

Alguns comandos de voz para o Siri:

  • Tell my wife “I love you” (sim, ele pergunta e aprende quem é!)
  • Play Hotel California
  • Remind me to call my father
  • Email my daughter and say “I love you”.

Diálogos engraçadinhos com o Siri:

  • Talk dirty to me: I can’t. I’m as clean as the driven snow.
  • I need to hide a body: What kind of place are you looking for?: reservoirs; metal foundries; mines; dumps; swamps
  • Fu@$ you: Oooh!
  • Fu@$ you: I’ll pretend I didn’t hear that
  • Tell me a joke: Two iPhones walk into a bar… I forget the rest.
  • Will you marry me? Let’s just be friends, OK?

Quer saber mais? Use o blog e participe. A brincadeira está apenas começando.

Aloha,

Luis Rabello

Dec 12

Levei algum tempo para escrever este texto, afinal de contas a morte não é algo lá muito agradável, mesmo de alguém que você não conheça ou admire muito.

Eu vi e revi várias vezes o vídeo do acidente que causou a morte de Marco Simoncelli e ainda é difícil de acreditar na violência do acontecido.

Para os que não acompanharam, na segunda volta da etapa de Sepang, Collin Edwards disputava a quinta posição com Valentino Rossi. Simoncelli, que estava em quarto, derrapou na pista e foi atingido em cheio por Edwards e Rossi.

Simoncelli era sem dúvida um piloto agressivo e, creio eu, um pouco inconseqüente, o que torna o acontecido uma desgraça quase anunciada. Por exemplo, a ultrapassagem questionável que fez sobre Dani Pedrosa na etapa de Le Mans, resultou em ferimento no ombro do espanhol e penalização do italiano com um “ride-through” pelos boxes.

Mas seu histórico em 2011 mostrava que, aos poucos, controlava o imediatismo da posição e pensava mais na corrida.

É claro que em um esporte de risco ninguém quer ver “jogo de comadres”. Sua morte entristece os fãs do esporte e tira um pouco da emoção e do calor das corridas do MotoGP. E deixa os domingos mais sem graça.

Aloha,
Luis Rabello

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May 15

O MotoGP continua pegando fogo!

Apesar da vitória arrasadora de Casey Stoner, seguido de Andrea Dovizioso e Valentino Rossi, o prêmio de manobra mais bizarra da corrida vai novamente para ele, o italiano Marco Simoncelli.

Após perseguir o espanhol Dani Pedrosa, Simoncelli, sempre ele, tentou uma ultrapassagem que somente os motoboys paulistanos conseguiriam executar e, como resultado, provocou a queda de Pedrosa. O espanhol conseguiu uma clavícula quebrada e o italiano uma punição de “ride through” pelos boxes.

Ficam três lições para o Simoncelli:

  1. “Por fuera” é o Jorge Lorenzo;
  2. Admirar o Rossi não significa pilotar como ele;
  3. Dois corpos não ocupam o mesmo lugar no espaço.

Mas esta última é muito para a cabeça dele.

Aloha,

Luis Rabello

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May 02

Nunca, na história da humanidade, se viu um evento que mesclasse ao mesmo tempo celebridades, beleza, realeza, exuberância, e extremo mau-gosto.

Só faltaram as madrinhas gritando: “ô meu filho, dá aí um ‘cocrete’ de carne e uma ‘padinha’ de camarão que eu não comi o dia inteiro pra caber neste vestidinho”.

Como diriam Dante Alighieri ou Caco Antibes, uma verdadeira visão do Inferno.

Aloha,

Luis Rabello

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May 01

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Sensacional corrida de Dani Pedrosa, incansável na perseguição à Jorge Lorenzo pelo circuito de Estoril na disputa de mais uma corrida do MotoGP. Faltando cinco voltas para o fim, Lorenzo não resistiu a pressão de Pedrosa, que passou de passagem e venceu com folga.

Mas os destaques do MotoGP em Estoril 2011 vão mesmo para as bizarras quedas de Marc Marques na Moto2, que tentou uma ultrapassagem por onde não passaria nem de bicicleta; de Marcos Simoncelli que, mais uma vez, se ejetou de sua moto sem a ajuda de ninguém; e claro, para Valentino Rossi, que andou na frente de Andrea Dovisioso durante todo o tempo, menos quando realmente importava: na chegada! Como já cantava Bezerra da Silva, “malandro é malandro e mané é mané”.

Aloha,

Luis Rabello

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